O Vale do Silício é o destino dos nossos vencedores! E, chegando por lá, eles irão perceber como a constante transformação do planeta é muito valorizada e o quanto ela é realmente rápida.

Com a certeza que o mundo passa a mudar muito mais rápido, espera-se que as pessoas arrisquem mais e o tempo todo. Fracassar faz parte do jogo e ainda é uma consequência digna de comemoração. Ao contrário de todos os outros lugares do mundo, falhar significa ter uma experiência positiva no Vale do Silício.

É algo tão curioso que, até existem eventos que celebram as falhas dos empreendedores. O Failcon, por exemplo, traz distintas trajetórias de empreendedores que falharam. Segundo o fundador do Waze e do Moovit, Uri Levine, quem empreende pela 2ª vez tem cinco vezes mais chances de dar certo.

Faz todo sentido se você analisar a história empreendedora de alguns grandes nomes. Bill Gates é um bom exemplo, antes de fundar a Microsoft criou um sistema de gerenciamento de trânsito, deu problema e quando foi corrigir o produto, o Estado de Washington já tinha o produto.

Mark Zuckerberg falhou também. Facemash, sua primeira rede social fez sucesso, mas a universidade de Harvard fechou em pouco tempo. Jeff Bezos não cansa de celebrar seus bilhões de dólares e contar os primeiros fracassos da Amazon.com. E claro, Steve Jobs, o gênio foi demitido após construir o império Apple.

Independente de onde você esteja, a cultura do fracasso do Vale do Silício deve encorajar a empreender e a aprender a partir de falhas e fracassos. Não lamentar mais e praticar resiliência. Por isso, é importante fortalecer a capacidade de continuar tentando e persistindo em seus projetos mesmo diante de repetidas consequências.

Fonte